Este blog é dedicado à minha fonte de inspiração - minha filha, Sarah Emanuelle.
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sexta-feira, 19 de julho de 2013




Encontraréis bibliografía científica tanto a favor como en contra del corte del cordón umbilical tardío. 

Algunos estudios afirman que el "exceso de sangre" que produce el clampaje tardío, puede producir posteriormente aumentos de bilirrubina en el recién nacido.

Nuestra biología mamífera, nuestra naturaleza, en la que creo más que a ningún estudio científico, no tiene previsto ningún corte precoz del cordón umbilical ... sobre todo porque ningún animal utiliza pinzas para cortar el cordón! ¿pero por qué es así?

Los animales, cuando nace la cría esperan a que se colapse y se quede vacío de sangre el cordón umbilical para poder morderlo y cortarlo. Y esto es así para que no se desangren y además reciban toda la sangre que todavía permanece en la placenta, que es de la cría!

Además la leche materna tiene un bajo contenido en hierro, lo cual la hace mucho más digerible que las leches artificiales, por eso nuestra naturaleza es tan sabia y se supone que no se corta el cordón umbilical de forma precoz, para que precisamente recibamos la dosis de hierro necesaria durante el parto, para que no se produzca anemia durante la lactancia.

En el caso de que haya un aumento de la bilirrubina, ES UN AUMENTO FISIOLÓGICO, que no produce ningún daño. La leche materna también produce un aumento de la misma. Pero repito, no se debe a ninguna infección ni ningún trastorno, por lo tanto lo único que hay que hacer es tratarla con luz solar. Y apelo a nuestra biología mamífera de nuevo, normalmente las crías de animales permanecen al aire libre, expuestas a la luz solar.

Así que mamíferas, pensad quiénes somos, de dónde venimos y hacia dónde vamos con nuestras "maravillosas practisaurias hospitalarias".

Y os dejo esta bella imagen de una cría unida a su madre por el cordón y por la lactancia ♥


Fonte: Diario de una mamífera (facebook)

quinta-feira, 14 de março de 2013


Assim que o bebê nasce, ele entra em um estado de adaptação ao mundo externo ao ventre da mãe. Sua pressão sanguínea começa a se modificar e sua respiração é ativada e começa a se normalizar, o cordão umbilical tem um papel fundamental nestes minutos seguintes ao nascimento.
Muitos médicos tem a conduta errônea de clampear (prender) o cordão assim que o bebê sai de sua mãe, como se fosse uma pratica necessária, mas não é.
Enquanto o bebê se adapta ao mundo, seu metabolismo está a toda tentando equilibrar todas as funções vitais para mante-lo bem deste lado, nesses minutos o cordão umbilical o mantem oxigenado e estável, até que pare de pulsar e até que o sistema do bebê esteja agindo independente da mãe.
Estudo comprovam a eficácia desta espera do clampeamento tardio do cordão umbilical. Veja mais abaixo.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O mito do Cordão

Enlace de Cordão é um evento comum durante a gestação , estima-se que 1/3 dos bebês nasçam com o Cordão envolto no pescoço. A Prevalência parece ser maior em gestações de meninos, já que estes tendem a apresentar Cordões mais longos. Muitas vezes o enlace ocorre no momento do parto devido à rotação necessária para o nascimento do bebê. Ao se girar, o bebê pode, por vezes, se enrolar no próprio cordão.

O Cordão umbilical é revestido por uma espécie de gelatina que se entrelaça com a circulação sanguínea tendo a finalidade de protegê-la das distensões e compressões que podem ocorrer pelo simples fato de estar ligado a um bebê que está em constante movimento, sendo também longo o bastante (55cm em média) para que o bebê possa manter sua mobilidade mesmo estando enlaçado. O Cordão Umbilical é, então, estruturado de tal forma que possa ficar envolto no pescoço do bebê sem causar nenhum dano!

Não existe, até o momento, nenhuma pesquisa que sustente a ideia de que o Cordão Umbilical enrolado no pescoço possa estar relacionado com risco de morte durante a gestação!

Durante o parto ter o Cordão enrolado no pescoço não é um problema! Não existe o risco do bebê ficar “suspenso” pelo cordão e não descer, impedindo o parto normal. Durante o parto , todo o sistema Fundo Uterino + Placenta+ Cordão + Bebê se move para baixo como um todo, deste modo, o Cordão enrolado no pescoço , por si só, não deve ser considerado como justificativa para os casos em que o bebê “não desce” ou “não encaixa”!

Muitas vezes o enlace no pescoço permanece enquanto o bebê passa pelo útero e atravessa o canal vaginal, de todo modo a circulação sanguínea se mantém da mesma forma como acontecia durante a gestação. Pode acontecer também de o cordão, logo após a saída da cabeça do bebê, ficar mais distendido e apertado, sendo mais frequente quando apresenta mais de uma volta em torno do pescoço. Como o bebê ainda não respira, NÃO HÁ RISCO DE SUFOCAMENTO e, mesmo que possa ocorrer uma redução no fluxo sanguíneo devido à compressão, a circulação ainda vai se manter.

Esta possível redução no fluxo sanguíneo é facilmente resolvida quando o enlace é afrouxado ou desfeito, o que ocorre quando o bebê termina sua rotação ou nasce o resto do corpinho. Não se faz necessário cortar o Cordão precocemente para desfazer o enlace, esta conduta pode, inclusive, comprometer a oxigenação do bebê. Existem hoje pesquisas que relacionam o corte precoce do Cordão nestes casos com o maior risco de hipóxia e necessidade de reanimação neonatal. Logo, quanto mais tensionado e apertado o Cordão em volta do pescoço menos se deve interferir no Cordão.

Na maioria das vezes o enlace do Cordão será desfeito na rotação para o nascimento, ou , assim como na foto abaixo, o bebê nascerá com ele!

Fonte: Núcleo Carioca de Doulas - Facebook