Este blog é dedicado à minha fonte de inspiração - minha filha, Sarah Emanuelle.

domingo, 21 de julho de 2013

10 atitudes para ser uma mãe infeliz


Ser uma mãe infeliz é mais fácil do que parece – como diz o dito popular, ‘não requer prática, nem tampouco habilidade’. Comece praticando estes dez passos, veja só:
1. compare-se: muito, e o tempo todo; analise criteriosamente filhos, maridos e rotinas das amigas (de longe, para não infringir a regra do isolamento, que virá logo a seguir!); elabore listas imaginárias detalhando tudo o que você não tem, não sabe ou não consegue, mas os outros sim; crie mapas mentais das vidas maravilhosas de todas as outras mães do planeta, das habilidades fantásticas de seus filhos e suas conquistas inatingíveis; faça longas planilhas contendo informações detalhadas (quanto mais números e datas, melhor) sobre a precocidade do filho dos outros e as incríveis qualidades das mães perfeitas – para isso, colha farto material nas redes sociais, o melhor espaço para bisbilhotar a perfeição alheia!
2. isole-se: de todos, e o tempo todo; cultive a solidão como quem cultiva uma planta rara e muito delicada; evite os encontros de mães, não faça novas amizades e distancie-se das antigas, não atenda o telefone nem responda e-mails; se encontrar na pracinha, por obra do acaso, uma mãe que esteja passando pelas mesmas dificuldades, fuja depressa; aliás, evite a pracinha, o cinema e quaisquer passeios; feche-se em casa, de preferência com as cortinas cerradas – sua casa é seu bunker, e você e seu filho(a) não precisam de mais ninguém!
 3. irrite-se: muito, com tudo e o tempo todo; nunca conte até dez, muito menos até cem, antes de perder a cabeça; quando a irritação vier como uma onda, percorrendo seu corpo desde o dedo mindinho até a raiz dos cabelos, entregue-se a ela sem resistência e deixe que tome conta de tudo; quando sentir que começou a se transformar em um monstro verde que cospe fogo e solta fumaça pelas ventas, parabéns, era esse mesmo o objetivo!
4. idealize: a si mesma, a tudo e a todos, muito e o tempo todo; alimente fantasias idílicas sobre a maternidade perfeita que você gostaria de vivenciar, sobre a mãe incrível, onipotente e onipresente, sorridente e disposta 24 horas por dia, que você gostaria de ser; crie imagens mentais sobre os filhos comportados, simpáticos, educados e obedientes em tempo integral que você gostaria de ter; apegue-se a estes sonhos, leve-os sempre debaixo do braço e cuide deles como da sua própria vida – ou melhor, da vida de seus filhos, porque você não é importante, como ficará provado no item a seguir!
5. negligencie-se: esqueça-se de você; deixe de lado suas necessidades, não coma direito, não descanse e jamais se permita fazer algo só para você; elimine da rotina diária tudo o que lhe dá prazer ou ajuda a relaxar; faça sempre pelo outro, mas nunca por você mesma; lembre-se: você não é importante, e o seu bem estar não faz a menor diferença para a felicidade familiar!
6. endureça: consigo e com todos ao seu redor; faça da rigidez sua palavra de ordem e da disciplina militar, sua melhor companheira; jamais flexibilize, respire pouco, aposente o bom humor e não se permita mudar de ideia sob hipótese alguma; seja carrasca de si e dos outros, e se for preciso recorrer à chibata para se autoflagelar pelo que não saiu como deveria, não se contenha – a leveza é a muleta dos fracos!
7. controle: tudo, e o tempo todo; não delegue, não divida responsabilidades nem deixe que façam por você aquilo que você está tendo dificuldades para fazer sozinha; crie olhos nas costas, nas laterais e em todos os cantos do corpo; seja onipresente e onisciente, exija saber de tudo o tempo todo e cuide de cada mínimo detalhe de tudo o que tem a ver com seus filhos, sua rotina, suas atividades e seu bem-estar; jamais confie em quem quer que seja; não permita que decisões sejam tomadas sem passar pelo seu crivo e aprovação, por mais superficiais e desimportantes que sejam; agarre-se aos pequenos detalhes como a tábuas em um naufrágio; lembre-se, a centralização do poder é sua única garantia de sobrevivência!
8. leve a sério: tudo, e o tempo todo; não brinque, não ria e não ache graça quando as coisas fugirem ao planejamento, ou derem errado; repita todos os dias, ao levantar da cama: ‘muito siso e pouco riso’; dê muita importância a pequenas coisas, programe tudo cartesianamente e não permita que nada lhe surpreenda, em nenhuma circunstância; chute para longe a leveza, a poesia e a graça do cotidiano, e faça com que tudo esteja sempre arrumadinho dentro da caixa correspondente, devidamente etiquetada; ordem, lembre-se, é progresso!
9. guarde para si: tudo, e o tempo todo; não diga nada sobre suas coisas, não compartilhe o que sente nem o que pensa e cultive o silêncio como quem cultiva uma semente preciosa que precisa florescer; guarde seus sentimentos, dúvidas e questões a sete chaves; não estenda a mão e não peça ajuda nem mesmo em caso de vida ou morte; tranque-se em seu próprio mundo, e não divida com ninguém aquilo que te angustia; lembre-se, a palavra é de prata mas o silêncio é de ouro!
10. duvide de seus instintos: quando ouvir a voz da sua consciência, vinda do canto mais profundo do seu coração, ignore-a solenemente; jamais acredite em você mesma, e não tenha ideias próprias a respeito de nada; leia todos os livros em que puder colocar as mãos com fervor religioso e obedeça cegamente as instruções, sem jamais questionar, infringir regras ou acrescentar reflexões pessoais; quando sua voz interior quiser dizer alguma coisa, mande-a calar a boca – lembre-se, o filho é seu, mas o mundo (leia-se a sogra, a cunhada, a amiga da prima, o filho do padeiro da esquina e o especialista clínico da vez) é que sabe dizer como você deve cria-lo!
Satisfação garantida, ou a sua felicidade materna de volta…
*ps: este texto é um exercício de humor e ironia, baseado em atitudes extremadas e opostas ao que caracteriza uma maternagem prazerosa e saudável – não tentem colocar as atitudes acima em prática em casa, pelo bem de vocês e de seus filhos! ;-)
Por Renata Penna - Mamíferas

AMAMENTAÇÃO TANDEM



Na capa de uma revista pernambucana, a magnífica foto de Magna Costa amamentando Talita (dois anos) e Bruna (sete meses), um exemplo de amamentação tandem (amamentar bebês de idades diferentes). Magna prosseguiu a amamentação de Talita durante toda a gravidez, desmistificando tabus e preconceitos. Parabéns, Magna!

Abaixo link de um post do MamaÉ que me fez chorar de emoção:
"Dois peitos e três bocas… Ai se eu tivesse uma terceira mama!” / Entrevista a uma mãe que amamenta as suas filhas gêmeas e a uma terceira filha em ‘tri-tandem’

E falando em amamentação tandem:


Amamentação durante a gravidez

Traduzido de um artigo de Hilary Dervin Flower, MA – Midwifery Today – Winter 2003

É um assunto pouco discutido, mas uma preocupação bastante comum.
A mãe tem toda razão de evitar desmamar um filho mais velho durante a gravidez. O filho que está sendo amamentado ganha com o leite materno, o qual dá reforços à nutrição e ao sistema imunológico da criança. Desmamar antes dos dois anos de idade pode aumentar o risco daquela criança adoecer.
Preocupações:
*Medo de entrar em trabalho de parto precocemente ou de ter um aborto espontâneo.
*A amamentação vai roubar os nutrientes do feto.
*É demais para o corpo da mãe, ela ficaria cansada.
Amamentação e contrações:
A estimulação do mamilo estimula a liberação de ocitocina (hormônio). A ocitocina é importante na amamentação porque controla a ejeção do leite. A ocitocina também estimula o útero a contrair. A estimulação do mamilo pode intensificar o trabalho de parto se o mesmo já estiver acontecendo. A amamentação depois do parto ajuda o útero (com contrações) a voltar ao tamanho que tinha antes da gravidez.
A amamentação NÃO inicia o trabalho de parto antes da hora certa!
O útero tem receptores sensíveis à ocitocina (células que detectam a presença da ocitocina e causam uma contração). Normalmente, durante as primeiras 38 semanas da gravidez o útero tem poucos destes receptores, os quais aumentam em número aos poucos depois disto até chegarem a 300 vezes mais quando o trabalho de parto já houver iniciado. Isto protege a gravidez.
Também há outros fatores que protegem a gravidez. Para que os receptores possam responder à ocitocina, eles precisam de um tipo de proteína especifica. A progesterona (outro hormônio) bloqueia a conexão entre a ocitocina e os receptores.
A ocitocina sozinha não é capaz de iniciar o trabalho de parto. O útero está na fase de carregar o bebê, bem protegido contra um trabalho de parto precoce.
Várias mulheres entrevistadas e que fizeram parte de pesquisas notaram que sentiam contrações quando o filho estava mamando, mas que as contrações paravam logo depois (dentro de 10 – 15 minutos) da sessão.
É sempre uma decisão da mulher. Numa gravidez saudável não é arriscado amamentar. Numa gravidez de risco a decisão pode ser mais complicada, mas ainda é possível. Existem mulheres que amamentaram durante uma gravidez de alto risco, até mesmo durante uma ameaça de trabalho de parto prematuro, e deram à luz filhos sadios à termo (entre 38 a 42 semanas). Outras acharam melhor desmamar por causa da sua situação. Todas as mulheres devem conhecer os sinais de trabalho de parto precoce. Se perceberem contrações preocupantes devem parar a sessão de amamentação e ver se as contrações cessam. (Seu médico ou parteira também pode querer avaliar o efeito da amamentação sobre o útero – contrações, batimentos cardíacos do bebê, ou colo uterino).
Comendo por três
Uma mulher é capaz de comer o suficiente para o seu feto, sua produção de leite e ela mesma?
Uma dieta básica com alimentos variados e calorias suficientes vai cobrir a maioria das necessidades de mulheres que estão amamentando ou grávidas.
Mulheres já com algum nível de desnutrição podem ter dificuldades, mas uma mulher bem nutrida tem pouca razão para se preocupar.
Reservas de gordura são esvaziadas durante a amamentação exclusiva. Quando o bebê começa a comer outras coisas e continua mamando, as reservas de gordura da mãe voltam aos poucos. Quanto mais tempo ela amamenta, maior quantidade de gordura ela recupera (**nota – é saudável e natural para a mulher ter estas reservas – para manter a gravidez e a amamentação**). Mas se ela engravidar logo depois, ela não vai recuperar estas reservas, e se ela estiver desnutrida e resolver amamentar durante a gravidez, as reservas vão diminuir mais ainda.
Outra preocupação relacionada à amamentação durante a gravidez é com a saúde dos ossos da mulher. Pesquisas mais recentes mostram que a mulher recupera a densidade mineral dos ossos quando o bebê começa a comer outras coisas, e aos 12 meses de idade da criança a densidade mineral dos ossos da mãe deve ter voltado ao normal.
E as necessidades do feto? Pesquisas mostram que as mães que ganharam peso suficiente durante a gravidez tiveram bebês de peso normal (2,52 a 4,93kg). Se a mulher estiver desnutrida (ou sem condições de aumentar sua ingestão alimentar) ela pode ter dificuldades de ganhar peso suficiente na gravidez ou seu bebê pode nascer com peso abaixo do normal. A recomendação de saúde pública, considerando que o desmame precoce pode prejudicar a saúde do bebê, é de dar um maior intervalo entre os filhos.
A produção de leite normalmente diminui no meio da gravidez. As duas perguntas mais importantes são: “Ela está mantendo seu apetite?” e “Ela está ganhando peso dentro do padrão esperado?” Ela precisa ganhar o mesmo peso que ganharia se não estivesse amamentando (meio quilo por semana depois de 20 semanas de gravidez). É preciso avaliar como aumentar o consumo da mãe – se ela estiver com dificuldades. Também é necessário avaliar a hidratação materna. A cor da urina indica: amarela clara – bem hidratada; amarela escura – desidratação.
A sensação de bem-estar da mãe diz tudo. O que o corpo da mãe está dizendo a ela?
A mulher deve estar empoderada e escutar a sabedoria do seu corpo enquanto ela cuida do seu filho e da sua gravidez.
Os hormônios da gravidez podem causar desconforto para a mãe durante a amamentação. Dói! Não sempre, mas para a maioria das mulheres a amamentação provoca alguma dor, a qual poderá ser mais forte numa fase da gravidez do que em outra. Ela também pode se sentir agitada, querendo tirar a criança do peito. A mãe que sente-se comprometida com a continuidade da amamentação pode precisar de apoio durante sua adaptação a estes desconfortos.
É fundamental ajudar cada mulher a processar suas necessidades e escolhas, e apoiá-la em sua decisão de desmamar ou de diminuir o número de mamadas do mais velho.
Hilary Flower – autora do livro Aventuras na Amamentação Tandem: Amamentação durante a gravidez e depois (Adventures in Tandem Nursing: Breastfeeding During Pregnancy and Beyond – 2003).

O jogo hormonal entre mãe e filho na cama compartilhada


Quando dormem juntos, a mãe, ainda sonolenta, precisa auxiliar o bebê a adormecer no meio da noite após uma mamada. Mas os hormonios tranquilizantes liberados na mãe e bebê na amamentação ajudam a mãe a voltar a dormir (quem não se lembra de sentir relaxada e sonolenta após uma sessão de amamentação né?)
Ou seja, quando se dorme com o bebê geralmente não existem acordadas totais com muito choro, não existe aumento na adrenalina, tentativas de ficar acordado enquanto o bebê mama, tentativas de colocar o bebê que tava quentinho nos braços da mamães de volta no berço gelado (promovendo mais adrenalina nessa transferência de local e mais choro) e então tentar adormecer novamente, já temendo a proxima chamada para proxima mamada.

Hormonios do stress são presentes em niveis mais baixos em mães e bebês que dormem juntos, especificamente o balanço do hormonio CORTISOL, cujo controle é essencial para crescimento saudavel do bebê.

Em estudos com animais, bebês que permaneceram juntos às suas mães tinha maiores níveis de hormonios do crescimento e enzimas necessaries para crescimento do coração e cérebro (Butler, S.R., et al., "Maternal behavior as a regulator of polyamine biosynthesis in brain and heart of developing rat pups", Science, 1978, p 445-447; Kuhn, C.M., et al., "Selective depression of serum growth hormone during maternal deprivation in rat pups", Science, 1978, p. 1035-1036).
Vários estudos mostram que a fisiologia de bebês que dormem com suas mães é mais estável, incluindo temperatura, regulação de ritmos cardíacos e menos pauses em respiração que bebês que dormem sozinhos (Field, T., Touch in early development, N.J.: Lawrence Earlbaum and Assoc., 1995; Reite, M. and J.P. Capitanio, "On the nature of social separation and social attachment", The psychobiology of attachment and separation, New York: Academic Press, 1985, p. 228-238).

Dois dos maiores responsaveis desse coquetel hormonal são Ocitocina , o hormonio das ligações de afeto- tb conhecido como “hormonio do amor”, e prolactina um hormonio critico para iniciação da lactação que é chamado frequentemente de “hormonio da maternidade”.

Ocitocina sozinha é parte de um balanço hormonal complexo. Um aumento repentino de ocitocina dá motivação ao amor que pode ser direcionado em caminhos diferentes, e por isso existem diferentes tipos de amor (por exemplo, com alto nível de prolactina esse desejo é direcionado aos bebês).

Quando mulheres amamentam, por exemplo, elas recebem altas doces de ocitocina – que estimula reflexo de ejeção do leite e prolactina, que tem um efeito calmante na mãe quando amamenta. Endorfinas, os hormonios do prazer e superioridade tb são liberados durante amamentação e encorajam a mãe a repetir a experiencia de amamentar. Então endorfinas são transferidas do leite materno para o bebê, dando-lhe um senso de contentamento enquanto amamenta. Considerando que níves de prolactina são os maiores durante a noite, faz sentido considerar a proximidade com seu bebê à noite um fator importante na elevação e sentimentos de amor que a mãe sente por seu bebê. Talvez, sem a pressão de ensinar os bebês a dormirem a noite toda o quanto antes, mães poderiam apreciar as mamadas noturnas como uma oportunidade extra de ligação com seus bebês.
Observação: Como citado, a prolactina (hormônio responsável pela produção do leite) é mais produzida durante as mamadas noturnas.
Portanto, é mais do que importante manter e incentivar essa rotina de amamentar nas madrugadas para elevar a produção desse hormônio.
Bebês que são levados a dormir a noite toda desde cedo correm o risco de serem desmamados antes do tempo.
Para mães que curtem dividirem as camas com seus bebês, as pesquisas afirmam- toque e proximidade são elementos essenciais no apego entre vocês, o status hormonal que aumenta o apego é mais efetivo durante as mamadas noturnas, amamentação é mais sucessiva e continuada quando mães e bebês dormem juntos (McKenna JJ, Why babies should never sleep alone: a review of the co-sleeping controversy in relation to SIDS, bedsharing and breast feeding, Paediatr Respir Rev. 2005 Jun;6(2):134-52; McKenna JJ, Mosko SS, Richard CA. Bedsharing promotes breastfeeding. Pediatrics. 1997 Aug;100(2 Pt 1):214-9; Mosko S, Richard C, McKenna J, Drummond S, Mukai D.; Mosko S, Richard C, McKenna J. Maternal sleep and arousals during bedsharing with infants. Sleep. 1997 Feb;20(2):142-50.)

Se, mesmo com todas evidencias, ainda encontra criticismo à sua escolha (por exemplo, ouve comentarios como “ele nunca sairá de tua cama!”), acredite, seus filhos sairão de tua cama!!!
Mas lembre-se que quando entrarem na faculdade, podem muito bem estar dormindo com outra pessoa! 

Fonte: http://camacompartilhada.multiply.com/journal/item/14

Amamentando dois - Amamentação Tandem

Uma mãe que amamenta seu filho, engravida novamente e decide continuar a amamentação. O caçula nasce e ela amamenta os dois, juntos ou separadamente. Esta é a amamentação tandem. 

Diremos aqui um pouco sobre isso, caso seja sua situação.

Os seios estão muito sensíveis 

Um dos primeiros sintomas da gravidez é a extrema sensibilidade nos seios. Assim, para algumas mulheres, as mamadas não são mais agradáveis pois sentem muitos incômodos. Isto, em determinadas situações, pode forçar (ou acelerar) o desmame ou causar uma redução considerável no número de mamadas do filho mais velho. 

A baixa produção de leite 

A produção de leite continua porém em menor quantidade, como isso incomoda muitas crianças que até então mamavam, elas podem preferir parar.

Mais de metade das crianças desmamam

62% das crianças se desmamam durante a gravidez de sua mãe, sendo mais de um terço entre o terceiro e o quarto mês de gestação, coincidindo com a queda na produção, e o restante até o final do segundo trimestre. Anteriormente se acreditava que isso se devia a mudança de gosto pela chegada do colostro, mas agora se sabe que essa alteração no sabor só ocorre poucos dias antes do parto. 

Isso afeta negativamente o recém-nascido? 

Não, o irmão mais velho não “rouba” o leite do bebê. A amamentação em tandem faz com que a perda de peso do recém nascido seja menor e recuperação deste mais rápida. Também é comum no irmão mais novo não serem percebidos os picos de crescimento, pois sempre ter leite de sobra. 


E sobre o aumento do leite? 

Amamentação em tandem garante um bom fornecimento de leite por haver mais estímulo. A apojadura do leite é a mesma, mas com a vantagem que você tem uma criança mais velha para ajudar a aliviar seus seios. 

Como são as mamadas?

A mãe terá que organizar as mamadas entre as duas crianças. Muitas vezes, especialmente no primeiro mês de vida, o filho mais velho pode mamar tanto quanto o caçula ou mais, solicitando cada vez que seu irmão for mamar. Isso não é um problema para os recém-nascidos que geralmente ganham peso rapidamente. De qualquer forma as mães acabam colocando limites mais porque é difícil emocionalmente tolerar tal exigência. 

Como vive a mãe? 

Quando se pergunta às mães suas razões para continuar a amamentação em tandem as respostas mais freqüentes são: 

- De respeitar as necessidades da criança mais velha. 
- Interesse como mães em viver essa experiência. 
- Porque queriam promover o vínculo entre irmãos. 

Pode ser um meio de contágio? 

Amamentação Tandem não favorece o contágio de doenças entre irmãos. É provável que a mãe compartilhe a mesma imunidade para ambos e que o pequeno adquira as defesas do irmão para combater vírus e bactérias.

Outras curiosidades: 

Aqui temos mais coisas que aprendemos após investigação [PDF] sobre a amamentação durante a gravidez e em tandem em 1999 e completada em 2006 com uma amostra total de 73 mães que amamentaram durante a gravidez: 

- O perfil da grávida que segue amamentando é de uma mulher casada, de 35 anos, com um alto nível educacional, com mais de duas crianças e que freqüentam grupos de apoio à amamentação. 

- A idade da criança que mama no início da gravidez da mãe é maior do que das crianças que foram desmamaram, sendo a idade média daqueles que desmamaram 17 meses e 24 meses os que seguem mamando.

Amamentação Tandem não prejudica a saúde da mãe

Continuar a amamentação durante a gravidez demanda muito pouca energia visto que a produção reduz significativamente. No estudo não houve diferenças significativas na hemoglobina da mãe entre as gestações de lactantes e não lactantes. Ou seja, as mães não sofrem anemia de forma mais acentuada por causa da amamentação. Não houve diferenças no ganho de peso médio das mães durante a gravidez.

Diminuição da produção

83 por cento das mães sentiram queda na produção entre o terceiro e quarto mês de gravidez. Disseram-nos que as crianças aumentaram a ingestão de alimentos sólidos e pediam alimentos muitas vezes logo após ter acabado de mamar.
Mais da metade das mães na amostra tinha constatado a suposta aparição de colostro no segundo trimestre de gravidez com base em sua percepção
Elas nos disseram que seus filhos mais velhos começaram a fazer fezes macias e amareladas semelhantes às dos bebês mamando leite materno durante o primeiro mês de vida, e não representa um problema de saúde. 
Entretanto as evidências científicas sobre o colostro [PDF] observam que o leite secretado por mães que amamentam analiticamente não parece colostro, mas leite maduro. Resta então uma dúvida de em que momento o leite se converte em colostro, mas os cientistas acham que a transição ocorre poucos dias antes do parto. 

Contrações uterinas

Mais da metade das mulheres tinha contrações durante a amamentação, mas que paravam espontaneamente ao retirar a criança do peito.
Não houve diferenças significativas entre a duração da gravidez comparando mães que amamentam e as que não amamentam. Uma mãe tentou entrar em trabalho de parto através da amamentação do filho mais velho e não conseguiu.

Desmame espontâneo

Se desmamaram durante a gravidez mais de metade das crianças, sendo 30% deles no terceiro mês, quando a produção diminuiu e o restante no quinto mês. 38% seguiam mamando o começaram a amamentação em tandem após o nascimento. 

Pode afetar o crescimento do feto?

Foi feita a média dos pesos de todos os bebês ao nascer. O peso médio de irmãos mais velhos (e que a mãe não amamentou na gravidez) foi 3.353 g, enquanto os irmãos mais jovens pesaram 3.511g tendo a mãe amamentado na gestação. Sabemos que, estatisticamente, os segundos filhos tendem a pesar mais do que seus antecessores, então este resultado é óbvio que amamentar durante a gravidez não causa atraso de crescimento intra-uterino. 

Número de doses durante o primeiro mês

O irmão mais velho costuma mamar igual ou mais do que o menor, quase todas as mães, eventualmente, acabam colocando limites e a ansiedade da criança vai diminuindo gradualmente. 

O recém nascido pode não ter leite suficiente?

Foi estudado o ganho de peso em crianças durante o primeiro mês de vida, tendo como base o menor peso após o nascimento. Embora o filho mais velho mame muito durante o primeiro mês, o segundo costuma ganhar 21% a mais de peso do que seu irmão ganhou no mesmo período. Por isso, é óbvio que o caçula que não fica sem colostro. 

Especial sintonia com o caçula
Outro fato interessante é que em muitos casos a mãe não dispara o reflexo de ejeção do leite quando o primeiro filho mama mas dispara quando o caçula mama. Por exemplo, feridas não ocorrem quando a mãe amamenta o mais velho no pós-parto, mas ocorrem quando o caçula mama. O mais velho aprende rapidamente que mamar quando o seu irmão mama aproveita o reflexo de ejeção do leite (vazamento do outro seio).

Você vai ter que contar ao seu médico?

Menos de um quarto das mulheres escondeu dos profissionais de saúde que amamentaram grávidas e um quarto das mães não disse ao pediatra no período pós-parto por medo de rejeição ou críticas. Mulheres que comunicaram abertamente receberam atitude negativa em 70% dos casos, em 2000, durante a gravidez. Seis anos depois temos uma mudança positiva, esse percentual caiu para 55% entre os ginecologistas e parteiras. Houve também uma diminuição da atitude negativa entre os pediatras, mas esta foi muito menor. 

Importante: 

- Ter boas informações, sentir-se acolhida e compreendida quando amamentas em tandem é possível freqüentando grupos de apoio à amamentação. 


Esta é uma versão de postagem, o texto original com comentários das mães e bibliografia podem ser lidos aqui: Alba Lactância Materna 

Continuar amamentando durante a gestação

O fato de estar grávida não significa que terá de desmamar o seu bebê. Muitas mamães decidem continuar a amamentar durante a gravidez, outras decidem desmamar, a informação que se segue pode ajudar a mãe a decidir o que é melhor para si e para a sua família.
Familiares, amigos e profissionais de saúde poderão expressar dúvidas relativamente ao aleitamento materno durante a gravidez, uma das preocupações é que poderá estar a arriscar a saúde do bebê que se está gerando. É importante saber que numa gravidez normal, não há provas de que manter a amamentação irá privar o bebê dos nutrientes necessários. Relativamente às contrações que a amamentação pode provocar, a LLL responde da seguinte forma: “Apesar das contrações uterinas serem vivenciadas durante a amamentação, eles são uma parte normal da gravidez… As contrações uterinas também ocorrem durante a atividade sexual, e a maioria dos casais continuam durante a gravidez.” “Atualmente, não existem orientações médicas específicas que definem em que situações poderá ser arriscado continuar a amamentação durante a gravidez, e os profissionais de saúde variam amplamente as suas recomendações”.
Durante a gravidez é normal precisar de descanso extra, amamentar deitada poderá ser uma forma de obter esse descanso. Se tiver um local seguro para si e para o seu bebê, com almofadas ou colchões no chão, permitir-lhe-á descansar enquanto que o seu bebê brinca entre as mamadas, ou até poderão ambos dormir após uma refeição no momento da mamada.
Algumas mães ficam com os mamilos mais sensíveis durante a gravidez. Alterar a posição em que amamenta, e utilizar exercícios de respiração poderão ajudá-la a diminuir a sensibilidade mamária. Se o seu filho tiver idade suficiente, você pode pedir-lhe para mamar mais calmamente e por períodos mais curtos, isto pode ajudar com a sensibilidade nos mamilos e com a necessidade de descanso extra.
É possível que a produção de leite diminua por volta do 4º ou 5º mês de gestação, se o seu bebê tem menos de um ano de idade, é aconselhável ir verificando o peso para confirmar se está recebendo a quantidade de leite suficiente. Também é comum o sabor do leite alterar e estas alterações poderão fazer com que o bebê mame menos vezes, ou vá desmamando naturalmente.
Se você decidir que quer desmamar o seu bebê, é mais aconselhável fazê-lo gradualmente. A técnica de “não oferecer, não recusar” é a que tem resultado na maioria das mães, tente prever quando o seu bebê vai pedir para mamar e distraia-o com uma brincadeira ou com um biscoito saudável. Evite sentar-se nos locais que o bebê possa associar a mamar, e dê-lhe o máximo de atenção e mimos nesta altura. Lembre-se que o desmame pode não ser fácil, por vezes manter a amamentação na gravidez acaba por ser a opção mais conveniente.
Depois do bebê mais novo nascer, é comum que o mais velho mesmo após o desmame queira provar o leite ou queira voltar a mamar, alguns podem não se lembrar de como mamar, outros podem estranhar o sabor do leite, e outros podem ficar felizes por voltar a mamar. Se não quiser voltar a amamentar o mais velho, o melhor será oferecer outros alimentos.
Se você optar por continuar a amamentar durante a gravidez, depois poderá acontecer que amamente ambos os bebês ao mesmo tempo – a isto chama-se amamentação em tandem e muitas mães acabam por fazê-lo com gosto e assim podem satisfazer as necessidades de ambas as crianças.
Se tiver dúvidas ou precisar de ajuda extra procure uma conselheira ou consultora em aleitamento materno que poderão dar-lhe apoio e informação sobre amamentação durante a gravidez, ou amamentação em tandem.
Informação traduzida de La Leche League por APPM
Fonte: Pediatria Radical

10 melhores posições sexuais para praticar grávida

Para muitas mulheres a gestação é um período de desconforto, enjôo, azia, excesso de sono e falta de libido. Para outras mulheres, como eu, é um período de sensualidade e muito apetite sexual.
Para algumas mulheres o corpo feminino grávido traz sensação de estar gorda, indesejável. Para algumas (e me incluo entre elas), o corpo grávido fez com que me sentisse sensual e desejável.
Para muitos parceiros a maternidade coloca a mulher no lugar arquetípico da mãe. Muitos homens tem medo de que seusenormes pênis (risos) possam incomodar o bebê.
Saber que existe um bebê, ali, pode ser uma sensaçãobrochante estranha.
Com conversa, acolhimento, a gestação pode ser um período de fortalecimento e profundas mudanças na vida do casal.
Se não existir nenhum problema real ( trabalho de parto prematuro, membranas rompidas), sexo pode (e deve) ser praticado pelo casal.
Os hormônios liberados em um orgasmo ou mesmo em uma relação sexual prazerosa ajudam na boa formação do feto. Seratonina, endorfinas e ocitocina natural criam um excelente ambiente uterino para o desenvolvimento de seres felizes e saudáveis.
Por isso, se está barrigudinha ou barrigudona e está com vontade de transar (aproveite a Lua Cheia desta semana) vou compartilhar de alguns conhecimentos ligados ao Yoga.
Pouca gente sabe, mas o Kama Sutra é uma forma de fazer com que casais se conectem mais profundamente (do que a mera penetração).
Existem algumas posições que são recomendadas e muito gostosas de se praticar quando se está gestando.
Se você está com mais de 40 semanas pode ser que seu trabalho de parto comece depois de uma deliciosa transa. Aproveite a espera desta maneira prazerosa. (Aproveite mesmo porque com bebê do lado de fora sobra menos tempo e disposição para o sexo).
É o que nós doulas, parteiras chamamos de 3 hosts: hot food, hot sex e hot water. Traduzindo chás (de canela, gengibre), comida apimentada e sexo intenso para ajudar a desencadear o trabalho de parto.
Algumas mulheres podem ter uma diminuição da lubrificação. Por isso use e abuse de lubrificantes a base de água. Você pode usar óleo de coco ou outro óleo vegetal (linhaça) com Tea Tree (uma essência que evita e trata da candidiase).
Quem sabe você não se inspira nesta noite de lua cheia?

1 – Mirante

mirante
Mirante
Orientação: Essa posição é deliciosa de ser praticada grávida ou não grávida (risos). O seu parceiro ajoelha-se atrás de você, inclinando-se ligeiramente para trás. De costas para ele, você se ajoelha na sua frente, colocando suas pernas entre as dele. Você deve encostar firmemente seu corpo no dele. Envolva os braços do parceiro ao redor de sua cintura e coloque suas mãos no corpo dele, tocando seus antebraços e coxas. Quando ele te penetrar, vocês podem iniciar um movimento suavemente de cima para baixo e de frente para trás com seus quadris. Essa posição estimula uma gostosa intimidade e para as grávidas é ótima porque a barriga fica livre de pressões. Uma boa idéia é pedir para seu companheiro beijar seu pescoço e costas, acariciar seus seios, barriga e coxas. E, além de controlar o ritmo, você também sempre poderá fazer pausas quando se sentir cansada.
Por que é agradável?
A inclinação que o parceiro faz para trás, facilita o acesso do pênis ao ponto G. . Para facilitar, procure relaxar e deixe com que seu glúteo confortavelmente se encaixe entre as virilhas do seu parceiro..

Período gestacional para essa posição:
Essa posição pode ser praticada até o último mês, já que a barriga fica sempre protegida e livre de pressões. Mas no final da gestação essa posição pode ser ligeiramente desconfortável porque o bebê fica mais baixo e pode surgir alguns desconfortos internos.

2 – Maré

Mare
Mare
Orientação:
 Seu companheiro se deita de barriga para cima. Sente-se sobre ele com as pernas abertas. Mantendo os joelhos na cama, encaixe seus pés em torno das pernas dele para dar mais firmeza ao movimento.  Faça movimentos pequenos e apertados. Nessa posição, ele pode fazer carinho no seu glúteo, costas, pernas e seios.
Por que é agradável?
 Ficar por cima é sempre delicioso (risos) uma vez que a gente pode estar no comando dos movimentos. De frente além do prazer da penetração, há a pressão do clitóris na pélvis dele possibilitando um gozo clitoriano e interno.
Período gestacional para essa posição:
 A medida que a barriga cresce essa posição vai ficando desconfortável. Pratique em quanto for capaz.


oito
oito

3 – Oito

Orientação: 
Coloque um par de almofada e edite de fora que seu gluteo fique suspenso. Mantenha seus joelhos um pouco dobrados, as pernas mais abertas do que a largura de seus quadris e seus braços acima da sua cabeça ou mesmo apoiados no corpo do seu companheiro. a idéia é que ele penetr fazendo movimentos circulares e alcance um ângulo maior do que o habitual uma vez que está com o travesseiro. Ele pode apoiar as mãos dele no chão ao lado de sua cabeça. A idéia é que ele movimente o quadril como se estivesse desenhando um oito. Isso promove uma deliciosa pressão em toda a região pubiana.
Por que é agradável?
 Essa posição é muito deliciosa porque o pênis em movimentos circulares provoca e estimula a região da vagina, enquanto o osso púbico dele fricciona levemente seu clitóris. Devido a elevação a barriga fica com pouca pressão. Ele trabalha enquanto você curte a penetração intensa, uma excitação elevada e levando a um orgasmo maravilhoso. Sem contar que essa posição facilita o acesso ao ponto G.
Período gestacional para essa posição:
 Com a região lombar e a barriga sustentadas e protegidas pode praticar essa posição até no fim da gestação.

4 – Flamingo

Flamingo
Flamingo

Orientação: Deite-se de costas com um travesseiro debaixo da cabeça e as pernas para cima o mais alto possível, para que você fique exposta ao máximo. Peça para ele lhe dar sustentação, segurando suas pernas e as erguendo lentamente. Não faça força sozinha para não contrair o abdômen. Ele apoiará com delicadeza suas coxas e pernas no corpo dele, deixando que você relaxe e não faça força. Depois, ele inclinará levemente suas pernas juntas para um dos lados de seu corpo, permitindo mais acesso à sua vagina. Ele irá movimentar sua pélvis para frente, encaixando-a na região de seu glúteo ao mesmo tempo em que a penetra. Ele poderá colocar a mão que está livre na cama ou no chão ao lado de seu corpo, para dar apoio e consequentemente mais firmeza para o movimento.
Por que é agradável? Manter as pernas para o alto e juntas cria um ajuste mais apertado, o que significa maior intensidade de fricção para você e seu parceiro. O ângulo de penetração, desde que leve e cuidadoso, cria uma sensação bem distinta das posições mais comuns. Essa posição também permite que você se acaricie e também acaricie seu parceiro, criando uma grande cumplicidade e dando maior prazer para ambos. Você também pode decidir simplesmente relaxar e sentir todo o prazer que seu parceiro está lhe proporcionando, observando o crescente prazer dele e, consequentemente, o seu.
Período gestacional para essa posição: A barriga nessa posição também está preservada. Desde que suas pernas permaneçam sempre sustentadas por seu parceiro e não por você, poderá ser praticada até mesmo no último mês da gestação.
arado
arado

5 – Arado

Orientação:
Fique apoiada com as mãos e os joelhos na cama e o seu parceiro ajoelhado atrás de você, penetrando lentamente ao mesmo tempo em que segura sua cintura ou quadril para dar mais apoio e ritmo ao movimento. Uma penetração cuidadosa e bem encaixada pode estimular intensamente seu ponto G, proporcionando-lhe um orgasmo bem diferente do costumeiro. Estimule seu parceiro a penetrar profundamente para que você sinta a pélvis, coxas e virilha dele tocando seu glúteo e parte posterior de suas coxas. Nessa posição, a barriga fica suspensa e sem pressão.
Por que é agradável?
 Nessa posição, você tem seu ponto G estimulado, alcançando, portanto, rapidamente o orgasmo. Além disso, há algo muito primitivo nessa posição, estimulando um aspecto mais instintivo tanto no homem como na mulher.


Período gestacional para essa posição:
 No final da gestação, com bebê mais baixo, essa posição pode ser desconfortável. Se tiver tranquilo pode ser praticada até o final da gestação.

6 – Lotus

lótus
lótus
Orientação: 
Seu parceiro se senta com as pernas cruzadas. Em pé, bem próxima a ele, abra as pernas em volta de seu parceiro e abaixe-se devagar, sentando encaixada no colo dele, ainda sem que ele a penetre. Envolva suas pernas em torno do corpo dele e, com as mãos dele em seu glúteo, deixe que a ajude a encontrar a melhor posição para os dois. Então, apoiando as mãos e os braços por cima ou mesmo por baixo do corpo do outro, como na ilustração, deixe que ele a penetre. Comecem lentamente a balançar para trás e para a frente juntos, aumentando a velocidade à medida que se aproximarem do clímax. Aproveite essa posição para olhar nos olhos, beijar longamente.
Por que é agradável?
 Aproveite a intimidade e troca de olhares. O clitóris será, sem esforço, bem estimulado. A posição ereta e confortável, incentiva o controle mútuo do ritmo e da busca gradual do prazer para os dois.
Período gestacional para essa posição:
Especialmente indicada para os primeiros três a quatro meses de gestação, pois o desconforto é bem significativo quando a barriga cresce.

7 – Montanha Mágica

Montanha Mágica
Montanha Mágica
Orientação:
 Faça uma grande pilha de almofadas ou travesseiros no chão ou na cama e, de joelhos, debruce sobre eles, segurando-os firmemente. Deite sua cabeça sobre a pilha se achar melhor assim. Seu parceiro, também de joelhos, virá por trás, entre suas pernas e com o corpo “colado” ao seu, como mostra a figura. Usando os travesseiros para apoio, abra as pernas para que ele possa, ajoelhado entre elas, penetrá-la por trás.
Por que é agradável? 
Essa posição, com o apoio dos travesseiros, é bem mais agradável à gestante do que a mesma posição convencional. Com todo esse conforto embaixo de você, seu parceiro pode até ousar um pouco mais com investidas mais firmes. Ao contrário de outras variantes dessa posição, há um maior contato de “pele a pele” com o parceiro, desde cima, com as cabeças muito próximas, embaixo, nos quadris, e no contato intenso das pernas do casal. Isso proporciona um grande estimulo e, consequentemente, maior prazer.
Período gestacional para essa posição: 
Geralmente essa posição é confortável até o segundo trimestre de gestação. No final a pressão sobre a barriga pode ficar desconfortável.

8 – Passagem Dourada

passagemdourada
Orientação:
 Ele fica deitado de costas com as pernas esticadas. Você, sentada sobre a pélvis dele, com as pernas afastadas e joelhos um pouco dobrados. Apoie suas mãos atrás, de preferência sobre as pernas dele. Com ele penetrando você, comece um movimento com seu quadril para cima e para baixo relaxada e sem esforço. Você está no comando e sua barriga estará segura e livre de pressão.



Por que é agradável?
 O ângulo da penetração nessa posição, inclinando seu corpo para trás, é excelente para a estimulação do ponto G. Além disso, suas mãos estão livres para acariciar você e seu parceiro.
Período gestacional para essa posição:
 É uma posição deliciosa mas pode gerar desconforto no último mês de gestação.

9 – A Colher

colher
colher
Orientação: 
Deite-se de lado, com ele atrás de você, para que ambos estejam no mesmo sentido. Encaixe e empurre seu glúteo para que ele possa penetrá-la por trás. Ponha a mão para trás, acariciando o corpo dele. Ele pode estimular seu clitóris ou seios. Essa é uma posição simples, confortável e de muita intimidade. Sua barriga estará apoiada e sem pressão.
Por que é agradável? 
Suas mãos e sua imaginação podem explorar o corpo dele e, ao mesmo tempo, toca seu clitóris, seus seios. Oriente pelo tato e movimentos de seus quadris que tipo de toque e intensidade você deseja. Essa posição é ideal para um sexo lento, longo, suave e com grande parte de seus corpos em contato constante, aumentando muito a intimidade e o prazer do casal.
Período gestacional para essa posição: 
Posição perfeita para ser praticada até o fim da gestação. Você nem vai se sentir pesada.

10 – Posição do Gato

gato
gato
Orientação: 
Você começa nessa posição deitada de costas, com as pernas abertas somente o suficiente para deixar que ele a penetre,deixando o sexo mais prazeroso por causa da fricção mais intensa. Depois, aos poucos, ele se move cerca de 2 cm para cima e para o alto, pressionando a parte alta da vagina e o clitóris. Essa posição clássica é conhecida como Cat. Seu parceiro pode empurrar um pouco para a frente o próprio quadril ao mesmo tempo em que você empurra sua pélvis para cima, mantendo o contato com ele. Assim, mantendo o ritmo, seu clitóris sentirá mais intensamente a fricção da base entre o pênis e o osso púbico dele. Essa posição também possibilita que o casal controle a intensidade de contato com a barriga da gestante.
Por que é agradável?
 Essa posição é agradável porque ele a penetra a partir de um ângulo maior, colocando pressão no clitóris. Além disso, você tem o controle sobre o seu movimento pélvico.
Período gestacional para essa posição: Se a barriga da gestante não tiver um formato e volume que gere incômodo para o casal, não há problema em praticá-la até o final da gestação, já que a gestante fica em uma posição relaxada e sem se esforçar muito.
E por aí, quais eram as melhores posições sexuais quando você estava grávida? Sexo foi farto ou “fartou”?
Para mim o melhor era saber que eu não ia engravidar…
Por Kalu Brum - Mamíferas
Foto: Paula Lyn